FALE CONOSCO
Adoramos receber mensagens e interagir com nossos leitores. O site, onde se encontram todos os números anteriores do jornal, está com problema na hospedagem e, portanto, com o "Fale conosco" desativado, mas quem quiser escrever é só usar o e-mail acima. E se permitir publicação da sua mensagem no jornal, envie nome, cidade e estado de origem, só isso.
(Como já esclarecemos anteriormente, por motivos de economia e praticidade, passamos a usar este blog para divulgação do Recomeço, mas pretendemos manter no ar o site antigo com o precioso material de 128 edições do jornal, de 2001 a 2006. Portanto, estamos providenciando o problema da hospedagem para o mais breve possível)
Escrito por Glória às 23h00
[]
[envie esta mensagem]

OAB defende criminosos de colarinho branco
"O brasileiro comum já não tinha nenhuma esperança no Executivo, no Legislativo e, ultimamente, no Judiciário. Bem, raciocinamos, ainda temos a Ordem dos Advogados do Brasil, que poderá lutar pelos nossos direitos com "imparcialidade". Ledo engano. Para defender desembargadores e advogados detidos, o presidente nacional da OAB foi se encontrar até com a presidente do STF, além de promover tremendo estardalhaço na mídia por supostas violações dos direitos daqueles possíveis marginais. Ao mesmo tempo, o noticiário da TV nos informou da detenção de uma moça de 18 anos, na Bahia, que se utilizou de uma substância abortiva e que se encontra detida há 18 dias sem denúncia formal. O competente e célere presidente da OAB não moveu uma palha sequer para denunciar essa prisão!"
JOSÉ CASSIANO DOS SANTOS (Presidente Venceslau, SP)
(Folha de São Paulo - Seção Cartas - 19/4/07)
Comentário - Justiça de classe
Enquanto presos pobres e sem advogados ficam anos encarcerados, muitos em prisão preventiva, sem julgamento, e muitos com seu tempo de pena vencido, sem receber assistência jurídica, a OAB se mobilizou imediatamente em torno das "figuras proeminentes" envolvidas em crimes que fazem de nossos presos comuns cidadãos exemplares. Como diz o grande Millor: "O crime quando compensa, não é crime".
Escrito por Glória às 02h45
[]
[envie esta mensagem]

Jornal Recomeço - Edição 130
Projeto de leitura na cadeia de Cataguases
É o projeto TODAS AS LETRAS, da CUT com o Programa Brasil Alfabetizado do MEC, do Governo Federal. O projeto recebeu apoio integral do diretor da cadeia, Dr. Rodrigo Nogueira Tavares, do juiz de Execução Penal, Dr. Mauro Lucas, e da Prefeitura de Cataguases, que atende toda a demanda dos detentos com material didático, pedagógico e até merenda escolar.
Há também o apoio da equipe do PROLER, empenhada em ir à cadeia contar estórias e ajudar a montar a Biblioteca onde é feito o projeto CELA DE LEITURA.
A professora Beth deu para leitura o texto “Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto, e pediu aos detentos que descrevessem as semelhanças do Severino do texto com a vida deles. Eles responderam que o nome deles para a sociedade também era "Bandidos, Meliantes, Feras". E assim como para Severino, o único bem era "sete palmos de terra" na morte, para os presos a única certeza era a discriminação, o descaso da sociedade, o abandono do poder Judiciário, e muitas vezes o retorno para este lugar de horror. Publicamos os textos, nos quais cada um se apresentou, como fez Severino, contando a sua história e fazendo seu auto-retrato.
Escrito por Glória às 03h37
[]
[envie esta mensagem]

Textos dos detentos de Cataguases
Projeto TODAS AS LETRAS
Os textos são publicados mantendo-se genuinamente a linguagem dos presos. Fazemos a correção ortográfica e reparos na pontuação para o bom entendimento dos leitores. Os textos a seguir são da aula de interpretação de "Morte e Vida Severina", como exposto acima, na qual, inspirados no relato de Severino, cada um contou um pouco da suas vidas.
Ronilton da Silva
A história da minha vida não é diferente da de Severino*, apesar de que me encontro nesta situação. Fui criado numa montanha roça da Serra. Vivo numa cela com outros irmãos. Somos iguais em tudo, comemos a mesma comida, saímos no mesmo horário para o banho de sol, para ir para visita, tomamos banho e fazemos higiene no mesmo horário. Estamos todos aprisionados na mesma cadeia, seis em cada cela. Fomos condenados pelo mesmo juiz que exerce nesta Vara Criminal. Somos todos iguais, temos o mesmo destino de pagar a pena que nos foi imposta. Se formos negligentes no procedimento, tomamos o mesmo castigo que é para todos. Quando nossa visita não entra, ficamos tristes. De vez em quando a cadeia morde e ficamos nervosos.
Somos iguais quando choramos a falta da liberdade, quando pedimos os nossos direitos e não somos atendidos. Somos iguais no sangue vermelho, morremos de morte igual, a morte que se morre de velhice antes dos trinta e de emboscada antes dos vinte, de fome um pouco por dia (de fraqueza e de doença) é que a morte ataca em qualquer idade.
Peço a Deus todos os dias para me dar uma chance de mudar esta minha estória.
Para que me conheçam melhor vossas Senhorias, eu me chamo Ronilton da Silva, mas conhecido como Sabará.
Carlos Alberto da Silva
O meu nome é CARLOS ALBERTO DA SILVA, nascido em Cataguases. Sempre vivi aqui nesta cidade e desde muito cedo comecei a trabalhar, deixando os estudos para trás. Com o meu trabalho e do meu padrasto conseguimos construir a nossa casa própria em nome de Jesus. Hoje vou incentivar os meus filhos a estudar e se aprimorar bastante nos seus estudos para que não venham enfrentar as dificuldades que eu enfrentei e vejo muitas outras pessoas com pouco estudo enfrentar hoje em dia.
Mas eu tenho que eles não vão passar pelo que eu passei e que eles vão ser mais afortunados e instruídos do que eu nesta vida.
Hoje eu me encontro encarcerado e às vezes me entristeço por não estar junto da minha família, dos meus filhos que tanto amo nesta vida. Penso que isso tudo que está acontecendo comigo não passa de uma tempestade e como sempre depois da tempestade vem a bonança. E aí o sol voltará a brilhar, não só para mim como para todos os irmãos de cárcere.
Escrito por Glória às 03h36
[]
[envie esta mensagem]

Jose Neto
Eu sou José Neto. Tenho 37 anos, nasci em Águas Formosas-MG. Hoje moro na cidade de Cataguases. Tenho mulher e filhos e trabalho em serviço geral. Com meu pequeno salário comprei uma carroça e um cavalo. Com isso passei a criar porco, galinha, patos e gostaria de voltar a trabalhar com a carroça e meu cavalo.
Denys de Almeida
Quando eu tinha oito anos de idade eu comecei a trabalhar com meu avô. Ele era um bom pedreiro, assim, eu passei a ser pedreiro. Foi graças a Deus que ele me ensinou. Hoje estou detento na Cadeia Pública de Cataguases, mas estou confiante que meu Senhor Jesus me perdoará e me dará uma nova oportunidade de trabalhar. Esta é a minha história.
Laura Bárbara Lacerda de Oliveira
Eu, Laura, vou falar de algo que faz parte da minha vida, que é a Moda. É uma das melhores histórias da minha vida. Pois quando eu ainda era criança e a minha mãe ainda era viva, ela era costureira, ai eu ficava olhando ela cortar os panos, pegava os retalhos e fazia roupas para bonecas. Depois eu fui aperfeiçoando e me tornei uma costureira muito eficiente e passei a ter a costura como minha profissão. E cada pano que eu pego para fazer uma roupa, eu corto e faço com muito amor, carinho e dedicação, pois é a profissão que eu aprendi com a ajuda de Deus e com minha sabedoria.
Tenho várias clientes, com minha profissão trabalho feliz, e ganho o suficiente para o meu sustento.
Luiz Antonio da Silva
Eu sou Luiz Antonio da Silva, tenho 43 anos, nasci em Bom Jesus da Cachoeira, distrito de Muriaé. Fui nascido e criado no campo, sempre trabalhei na roça para ajudar meus pais. Hoje sou casado, tenho uma filha, gosto muito de trabalhar no campo e cuidar dos animais como boi, cavalos. Também gosto muito de fazer cercas e horta. E principalmente gosto muito de preservar a natureza. Gosto de cuidar da minha família que amo muito e tenho maior admiração por todos. Esta é a história de minha vida.
Escrito por Glória às 03h34
[]
[envie esta mensagem]

Textos dos detentos de Leopoldina
Samuel Teodoro
O mundo em perigo
O homem pergunta: o mundo vai acabar?
Ele não se conscientiza de que é o homem que, com sua maneira de agir, ameaça a vida na terra.
Dois terços da humanidade passam fome no mundo, sabe lá o que é isso?
O desemprego na era moderna é um monstro que mata o sonho de milhões de famílias, ele inviabiliza a ordem social.
Cresce cada vez mais o número de pessoas que, por falta de oportunidade, vão morar na rua.
E o campo da educação? Qual é o futuro que estamos construindo?
Muitas crianças fora da escola perambulando, explorados pela indústria do trabalho forçado e abandonados nas sarjetas.
Essas pragas não vieram de Deus, foram produzidas na indústria do egoísmo que o ser humano inventou ajudado por satanás.
Deus não quer nada disso para o ser humano, que foi criado com tanto carinho.
Enquanto falta comida, moradia, saúde e educação para a maioria das pessoas na face da terra, as principais lideranças do planeta gastam o dinheiro público com armamentos de guerra.
São bilhões e bilhões de dólares irresponsavelmente jogados no ralo do desemprego, do desamor, do ódio e da vingança.
Um fato terrível acontece desde a segunda guerra mundial. Mas de 150 guerras grandes e pequenas em diversas regiões assombram a humanidade nestes últimos 65 anos.
Cerca de 20 milhões de pessoas entre civis e militares perderão as suas vidas nessas guerras inúteis.
E o perigo das armas biológicas, o vírus da varíola que foi parar nas mãos de terroristas? E agora? Esta arma é mais terrível do que a bomba atômica.
O desamor é o pecado por excelência, ele é o instrumento principal de satanás em sua terrível obra de destruição de nossas vidas.
A paz não é ausência de guerra, mas presença do espírito de amor
Escrito por Glória às 03h13
[]
[envie esta mensagem]

Denis Fernandes da Silva
À APAC de Leopoldina
Eu estou preso há 3 anos e 2 meses. Queria saber se tem como os senhores conseguirem quebrar a preventiva e obter a minha liberdade provisória. A preventiva, que eu saiba, é para segurar o preso até achar provas, mas isto jamais vai acontecer. E até quando vou aguardar isto?
Vejam isso para mim pelo amor de Deus! Eu não estou agüentando mais pagar cadeia pelo que não fiz, e a pessoa que fez já falou que vai assumir. O que eu fiz já assumi, fui condenado a quatro anos no regime semi-aberto e sendo que sou primário. E vejam se tem como eles marcarem o júri pra este ano ainda.
Valeu, conto com a APAC.
Querido Pai e querida Mãe
Em todas as horas boas e ruins da minha vida sempre pude tê-los do meu lado, me orientando, apoiando, educando e corrigindo no momento certo.
E agora que as dificuldades são maiores o meu erro é ilícito, posso novamente contar com o seu apoio, carinho, atenção e dedicação. Por isto e por tudo que vocês representam pra mim, é que agradeço, pois eu não seria nada sem vocês.Não é culpa de vocês nem de ninguém, sempre tive tudo o que um homem precisa para crescer certo, justo e honesto, mas a vida me pegou numa encruzilhada, desviando-me do meu caminho.
Mas eu amo vocês e terei outra chance de provar e ser o filho que vocês sonharam. Obrigado por tudo. Sempre com amor do seu filho,
DÊNIS
Erwin Rommel Gouveia Pontes
Apelo para a minha condicional
Venho primeiramente agradecer ao jornal por nos dar este espaço para expor nossos sentimentos e dificuldades que temos de enfrentar neste nosso cotidiano e pôr em prática nossa objetividade de viver aquilo que merecemos.
Eu nasci em Santo Antonio de Pádua, no dia 09/10/73. Cresci numa família que lutou muito para que eu pudesse ter na vida bons momentos. Infelizmente, cometi um erro e agora estou pagando.
Com a cabeça erguida, logo vou sair para mostrar ao mundo que sou capaz de vencer e ser alguém de capacidade bem sucedida – que este é o meu objetivo: sair, trabalhar, arrumar uma família para ocupar o espaço vazio que há dentro de mim e viver uma vida digna.
Eu, Erwin Rommel Gouveia Pontes, venho através desse jornal pedir ajuda, porque estou condenado a seis anos no artigo 157 e já cumpri três anos e sete meses. E cumprido esses anos, já tenho o direito, por lei, na minha condicional.
Tenho uma boa conduta carcerária. Não tenho ninguém por mim, nem visita nessa hora difícil. Só Deus está comigo, peço pelo amor de Deus se alguma pessoa ou um advogado pode me ajudar.
Desde já agradeço a atenção de ter lido esse pedido e estarei aguardando uma resposta.
Escrito por Glória às 03h10
[]
[envie esta mensagem]

Mauro de Oliveira Barbosa
Nosso dia-a-dia de sofrimento
Venho novamente escrever para este maravilhoso e honesto jornal Recomeço e ao mesmo tempo expressar sobre o dia-a-dia na Cadeia Pública local.
Aqui a gente se encontra cumprindo pena pelos nossos atos cometidos, como eu e os demais irmãos de sofrimento.
Aqui nos dividimos num pequeno espaço que são quatro metros quadrados para mais de 19 irmãos e onde passamos por muitas dificuldades.
Temos esposa e filhos aí fora para cuidar e muitos que cumprem pena neste sistema carcerário já eram para estar em liberdade, como no meu caso e dos demais irmãos de sofrimento.
Peço às autoridades, à própria sociedade e ao MM Juiz Dr. Clóvis Cavalcante Piragibe que olhe nossos processos e que possa nos mandar notícias. Sabemos que o crime não compensa. Só queremos uma solução.
Agradeço a toda equipe deste jornal e desde já peço folhas de caderno canetas para recomeçar a escrever. E se puder arrumar lã para fazer trabalhos artesanais.
Mais uma vez fé em Deus, meus irmãos de sofrimento.
Daniel de Oliveira Silva
Estou regenerado
Venho através desta humilde carta para o jornal Recomeço pedir para a sociedade uma oportunidade, a qual acho que mereço. Fui apreendido no homicídio, mas foi legitima defesa. Fui condenado a 12 anos e oito meses, mas eu tenho bom comportamento. Sei que cometi um grande erro, mas todos os seres humanos erram na vida.
Eu venho agradecer ao jornal Recomeço por abrir as portas para dar oportunidade aos detentos de Leopoldina.
Tenho a dizer para a sociedade que estou regenerado, que possam saber que nós, detentos, estamos disciplinados.
Eu agradeço à sociedade e peço compartilhar mais. Apesar de que nós estamos presos, mas nós temos competência, dignidade, atitude e paciência para nossa sonhada liberdade.
Eu, Daniel, peço uma oportunidade, saibam que eu não vou trazer decepção para a sociedade.
Que possam me dar uma chance, já estou aqui há dois anos, preso nesta cadeia de Leopoldina e acho que mereço uma oportunidade. Desculpem-me qualquer coisa, mas eu estou desabafando os meus sentimentos.
Obrigado por tudo.
Escrito por Glória às 03h04
[]
[envie esta mensagem]

Ione Pimenta Duarte
VIGIE:
Vigie seus pensamentos porque eles se tornarão palavras.
Vigie suas palavras porque elas se tornarão atos.
Vigie seus atos porque eles se tornarão seus hábitos
Vigie seus hábitos porque eles se tornarão seu caráter
Vigie seu caráter porque ele se tornará seu destino
Saudades...
Klotild Guimarães Pinto
JÁ FOI...
Não deixe que as tristezas da vida, as conseqüências dos seus atos, as fraquezas da carne e o abalo das decisões te tornem um vaso vazio. E no ato de minha vida fico cada vez mais forte e sempre aprendendo com os meus erros.
Nesta vida já passei por quase tudo e a minha realidade hoje me faz refletir quem sou e de onde venho. Tenho tido experiência que tornam meus pensamentos mais nobres, que me fazem valorizar tudo que eu tinha e perdi. Mas a minha índole, caráter e ética continua sendo o meu ponto mais forte. O sofrimento é grande, mas o apoio de minha família me torna cada dia mais nobre.
Adquiri paciência, tolerância e sabedoria com este enorme sofrimento. A esperança ao sair deste sofrimento é de ficar de bem comigo, com Deus e com os meus familiares.
O meu futuro vai mudar, posso traçar o meu destino e o presente em que vivo só será passado.
Os planos que faço são de vida justa e correta, com metas de me dar bem com ética e ser feliz. Querem saber: “Já Foi”.
Escrito por Glória às 03h01
[]
[envie esta mensagem]

Samuel Teodoro
Aos idealizadores do maravilhoso Jornal Recomeço
Parabéns por tornar a realizar este gesto de comunicação por meio deste modesto jornal. Quero dizer que este meio de comunicação é muito importante por colocarmos os nossos sentimentos, nossos pensamentos, em poucas linhas que se tornam valiosas para nós. Que esta idealização possa expandir por todos os meios de comunicação. Que se torne o mais importante veiculo de comunicação.
E você, caro leitor, não deixe de examinar todas as mensagens que se encontram neste jornal, pois estão escritos os mais diversos sentimentos de quem tem realmente o que falar.
Preconceito racial
Infelizmente nós convivemos com esta intolerável situação de preconceito racial.
Em 1963, há 100 anos depois do presidente Abrão Lincoln proclamar a emancipação dos escravos daquele país, o pastor líder negro, Martin Luter King, discursava no Lincoln Memorion:
- Meus amigos, apesar das dificuldades e frustrações do momento, eu ainda tenho um sonho. É hora de abrir as oportunidades para todos os filhos de Deus. É hora de retirar o povo da areia da injustiça social e colocá-lo na sólida rocha da fraternidade.
Até hoje, grupos radicais continuam espalhando mais ódio, segregação racial e violência. No Brasil, o racismo é considerado, na constituição de 1988, crime inafiançável. O ser humano precisa vencer a luta mais difícil para ele. A luta contra si mesmo. Se o homem assumir os ensinamentos de Deus, tudo mudará.
Há uma passagem da Bíblia que diz: “Amai o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22.39). Se todos assumissem este papel não teríamos esta quantidade de preconceituosos.
Dê um grande abraço no seu amigo e diga para ele sem preconceito: “ EU TE AMO como você é, não importa pra mim, a sua cor, a sua raça ou sua qualidade de vida”.
E você verá que não é difícil amar o próximo. Até breve.
Escrito por Glória às 02h56
[]
[envie esta mensagem]

Justiça de classe
" O Judiciário, que poderia contribuir para minorar o problema, só faz agravá-lo. Em um país que se pretende democrático, não cabe uma justiça de classe: atenta e prestativa às camadas ricas da população; míope para ver o direito dos pobres; e surda para os seus clamores. "
PLÍNIO DE ARRUDA SAMPAIO, FABIO COMPARATO e JOSÉ AFONSO DA SILVA
(Do artigo "Uma justiça de classe", Folha de São Paulo, Tendências e Debates, 17/4/07) -
Escrito por Glória às 20h16
[]
[envie esta mensagem]

|